A Série Silent Hill sem dúvida leva o gênero Survival Horror a patamares que nem mesmo Resident Evil consegue atingir e por isso não é recomendada para aqueles que possuem qualquer problema de coração.
Praticamente nenhum game, ou devo dizer nenhum game mesmo consegue passar uma atmosfera tão sombria e que deixa o jogador com tanto pavor em andar um metro a mais nos cenários quanto esta série. Ao contrário de muitos jogos, e aí se encaixam Resident Evil e Alone in the Dark, por exemplo, os sustos geralmente vêm de uma janela ou porta que arrebentam, coisas previsíveis e que não assustam desde o segundo filme da franquia Sexta-feira 13 e seu psicopata Jason. É claro que Silent Hill não foge a regra e esse tipo de tentativa de susto também acontece, mas algumas coisas só mesmo a franquia consegue fazer, imagine-se ao entrar em uma nova sala uma música com uma melodia (se é que se pode chamar assim) totalmente distorcida e que começa a mexer com o seu psicológico, a primeira coisa que se pode esperar é: "Ihh! Lá vem monstro", só que você após alguns instantes de hesitação, finalmente avança na sala, e não encontra absolutamente nada, a não ser um frasco vazio de álcool. Dúvida? Então experimente jogar então com o som no máximo e no escuro, brrrrr!
As histórias de Silent Hill sempre são bastante complexas e difíceis de se entender, e na maioria das vezes consegue-se descobrir o que está acontecendo no final do game e mesmo assim com um esforço mental danado para entender tudo que aconteceu durante os games, e os temas dos enredos geralmente mechem com assuntos que os mais puritanos jamais perdoarão, como religiões, seitas e rituais. O fator psicológico em torno do personagem principal é extremamente alto, e isso acaba passando para quem controla o personagem, nos deixando sempre com um pé atrás. Para se ter uma idéia, um dos fatores marcantes da série é que cada inimigo do game representa um medo interior do protagonista, agora, só mesmo os mais atentos conseguem descobrir o real significado de cada monstro.
Silent Hill Origins vem justamente para esclarecer de uma vez por todas todo o mistério que ronda a série, ou seja, tudo é revelado sobre o passado de Alessa, a principal pessoa envolvida com as trevas que cercam a cidade. O game começa com o protagonista Travis Grady, que é um caminhoneiro que tem como destino a cidade de Brahms, mas que acaba por ter que tomar um desvio e isso o leva a cidade de Silent Hill, conhecida simplesmente por ser um ponto turístico e mais nada. Porém, enquanto se aproximava da cidade uma garotinha atravessa a pista (sim, novamente), obrigando Travis a fazer uma manobra brusca com seu caminhão, causando um acidente. Sem muito que fazer, Travis adentra a cidade, em busca de respostas, mas acabar se deparando com uma mansão em chamas e resgata uma menininha chamada Alessa com o corpo muito queimado, o que acaba por selar com seu destino e mal sabia ele com todo o destino da cidade e de alguns outros futuros protagonistas da série também.
A jogabilidade desta versão para PSP sofreu algumas alterações, já que os controles do portátil da Sony são mais limitados do que um controle dual shock, mas tudo acaba se encaixando perfeitamente. Os direcionais digitais, a exemplo de Devil May Cry 3, servem de atalhos para os menus de itens e armas, permitindo que durante um confronto não seja necessário entrar em um menu específico, que cortaria um pouco a ação do game. Quanto aos botões, o X é o tradicional botão de ação que serve para vasculhar lugares e pegar itens, bem como disparar as armas, já o quadrado quando segurado pressionado é o botão de corrida, o Triângulo serve para acessar o mapa local e o botão L serve para controlar a câmera. A câmera por sinal sempre foi um ponto muito forte dos jogos da série e nesta versão não está tão perfeita assim, já que em algumas batalhas, principalmente com os chefes, em determinados ângulos, não se pode visualizar o inimigo. E por fim o botão O liga/desliga a lanterna, ajudando a visualizar certas áreas escuras e escondidas e também serve para chamar a atenção dos diversos inimigos espalhados pelos cenários.
Aliás, o número de criaturas está muito maior nessa versão, e se manter vivo vai requerer alguma habilidade. Ao contrário das duas primeiras versões da franquia, correr pela cidade fugindo de batalhas não tem efeito por muito tempo nesta versão, já que a Konami inseriu um recurso de stamina no game, fazendo com que Travis canse se correr por muito tempo, e assim, cedo ou tarde você terá que mandar bala nos inimigos. Existe uma bebida energética espalhada pela cidade macabra para recuperar essa stamina, mas aí também está um dos pequenos problemas deste game, não existe uma barra que mostre a quantidade de stamina.
Outro fator que deixa a jogabilidade interessante, e que já estava presente em Silent Hill 4, é que as armas brancas, como canos, pedaços de madeira e pés de cabra possuem duração limitada, quebrando após uma determinada quantia de uso. Mas, nesse caso há um medidor que mostra o quanto sua arma irá durar, passando de verde para amarelo até ficar laranja. Outra coisa muito legal desta versão é que televisões pequenas, garrafas de vidro vazias e máquinas de escrever podem ser usadas como armas também, mas apenas uma vez, já que quebram no primeiro golpe, mas que causam um dano bem razoável nos inimigos.
Mesmo com essas inovações, o game trás o principal problema das versões anteriores, ou seja, o personagem principal parece meio robótico, demorando a se movimentar, deixando uma sensação de jogabilidade um pouco travada.
A passagem do "mundo real" para o "mundo distorcido", gerado pela mente atormentada de Alessa, não poderia faltar nesta versão logicamente, trazendo tudo o que lhe é característico, como seus arames farpados, sangue, metal enferrujado, corpos pendurados e, claro, inimigos mais resistentes, o que acaba de vez com a auto-estima até mesmo do jogador mais confiante e elevando ao extremo o terror psicológico. A passagem de uma realidade para outra é feita através de espelhos e os puzzles de um mundo afetam diretamente o que acontece no outro mundo.
Falando em puzzles, a complexidade de alguns continua bem alta, e outros temos aquela tradicional bizarrice de sempre. Lembre-se de observar tudo durante o game, qualquer pedaço de papel ou quadro pode conter um detalhe importantíssimo para resolução dos puzzles.
Quanto aos gráficos, o pessoal da Konami literalmente tirou leite de pedra, pois os recursos gráficos do PSP foram utilizados no limite, deixando o visual do game muito bom, com texturas em alta resolução, e efeitos como, por exemplo, o de luzes muito bem detalhados, é claro que os cenários mantiveram aquele clima de terror distorcido que é mais do que característico, como a neblina que cobre a cidade.
Por fim, o som não necessita comentários aprofundados, mas pode se dizer que é o principal fator que nos leva a enxergar coisas aonde não existem com sues efeitos sonoros de dar arrepios até no Seu Chico da família Adams. A trilha sonora continua a cargo do competente Akira Yamaoka. Não esqueça de jogar com um fone de ouvido para sentir todo o terror que o som proporciona.
Pra finalizar, Silent Hill Origins é um belo game de final de ano para os proprietários de um PSP, que desmistifica algumas das principais pontas soltas dos games anteriores, com gráficos muito bons, trilha sonora excelente e doentia e jogabilidade razoável, mas que não chega a ser problema, e, portanto é um game obrigatório para os fãs da série, ou até mesmo para aqueles que nunca jogaram um game sequer da franquia. E se ficou bom assim, em um portátil, podemos esperar algo extremamente excelente para Silent Hill 5.




Cara eu joguei o jogo e adorei principalmente no inicio onde uma garota para o nosso caminhão e a gente vai atras dela (principalmente por que e era iniciante e não sabia como correr, pensa só eu indo atras de uma garota andando no meio da Estrada com uma neblina, o que que isso meu irmão)
Medooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooo
oooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooo
ooooooooo aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa eu tenho esse jogo eu to com pesadelo aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa esse e o melhor jogo de terror do mundo aaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
Silent Hill nunca foi uma serie que me agradou.. das versões que joguei achei muito monotos . cansativos... mas respeito quem gosta do seu estilo.
Nossa,Muito Bom mesmo..eu tentei zerar mil vezes mas esquecia de salvar e derrepente eu morria e começava tudo de novo : /
Pena que não tem o SILENT HILL 2 FILME
não sei resolver o puzzle dos bonequinhos,alguém ae pode me ajudar?
mano ja serei todos os silent hill so fã numero1 mas o silent hill4 e o melhor porra
vcs ai nao sabem passar da part do boneco eu falo pro seis semana q vem ok
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